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12 November 2008 @ 08:22 pm




E ele me mandou dizer:

"Você tem um grande machucado. Uma coisa que te corrói e que faz tempo que está aí. Você acorda no meio da noite e você chora escondindo. Tenta colocar um sorriso no rosto pra enganar as pessoas. Mas eu sei o quanto você está machuca. Não se preocupe, eu vou curar tudo isso. Você vai voltar a sorrir com sinceridade. Você ainda vai...
Eu te vejo vestida de branco, com um anel dourado no dedo e uma grande coroa na cabeça. Eu te vejo feliz novamente. Você vai ser feliz novamente. Você não vai mais precisar fingir um sorriso. Você não vai mais acordar no meio da noite e chorar. Eu não te conheço, mas eu sei que nada está bem.. "

And them..

Ai voltou o meu bloqueio. Qualquer tipo de sensação, percepção e emoção foram bloqueadas again. E foi aí que eu não pensei mais. E foi aí que eu surtei e que todas as dúvidas voltaram!
So, anyone deserve the blame? It's my blame? It's my game? Or maybe just my rules?



 
 
Current Music: warning - incubus
 
 
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28 October 2008 @ 07:29 pm





"Vestir máscaras é meu maior hobby.."

Pensem coisas estupidas. Pensem coisas dolorosas. Pensem coisas felizes. Pensem em tudo. Pra cada uma dessas coisas eu visto aquela bela e bonita máscara. Se algum dia eu já tirei ela? Don't know.. Pode até ser. Conto nos dedos de uma mão somente.

Sabe que é minha proteção. Eu sei que é minha proteção. Talvez agora mais do que nunca. As verdadeiras coisas e nhénhénhé estão guardadas, à sete chaves, segredo de estado. Meu estado. Meu estado emocional, físico e psicológico. Minha persona. Porra! MINHA PERSONA! Minhas mil e uma vidas? Sim, sim, sim e sim.

Multi-faces, mentirosa (pra mim e para os outros), estranha e ansentimental (minha invenção). Não, mentira. Viu?.. Ansentimental? Isso jamais. Só não demonstro. That's all.
Eu sinto, não demonstro.. agora mais do que nunca. Não demontro raiva, amor, paixão, compaixão, ódio e yadda yadda. Engulo tudo isso. Deixo preso, no fundo do fundo do fundo. Machuca? Tô feliz? Pow, feliz. não. Machuca? Sim.. Don't fucking care! Yeap, don't funking care. Not about me, not about you. Live you're life. I'll live mine. Maybe together? You and me? Us and us? Our and yours? Oh, boy.. Such a drama queen!

 
 
Current Music: jason mraz - absolutely zero
 
 
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12 October 2008 @ 01:35 am




Corre, corre, corre! Sangue em todos os lugares. Pessoas mortas. Pessoas tristes. Pessoas correndo. Muita sede, gosto estranho na boca. Muitas pessoas. Corre, corre, corre! Coisas caindo na sua frente. Mais e mais correria. Gritos, gritos altos, assustadores.
Criatiras estranhas. Nada bonitinha comos os filmes e livros mostram. Falta de ar. Aquele cheiro estranho entrando pelas minhas narinas. Dores em todos os lugares. Tudo dói. Meu peito arde. É agora? É assim? É isso? É assim que vai acabar?
Corre, corre, corre. Não chegamos a lugar nenhum. Eu tento me protejer. Eu tento não escutar as coisas. Você tenta me protejer. Nada adianta. Não, assim não! Muito sangue. Em todo o lugar tem sangue. Você some. Você aparece. Sua mão aperta a minha e você me abraça. Tudo se cala, o cheiro continua, a vontade continua, mas os gritos se calam. Corre de novo. Me pega. Do nada você fala: "Falling in love, with you!"   Eu fico quieta. Tudo se cala novamente. O cheiro continua, mas tudo se cala. Eu te olho, você me olha e...


Acordei...



"Maybe someday i will see you again and you´ll look me in my eyes and call me your friend..."
 
 
Current Music: devil town - bright eyes
 
 
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Sabe aqueles sonhos que temos de vez em quando que são tão reais, mais tão reais que acordamos e pensamos que realmente aconteceu? Pois é, ultimamente eu tenho tido muitos deles. Chego a ficar tão agitada de noite a ponto de desarrumar a cama inteira e ainda resgar o lençol de baixo. Não adianta pensar merda porque não são merdas que acontecem, pelo menos não pra mim.
Essa noite eu tive um sonho meio que absurdo com uma pessoa que eu tanto aprecio. O foda é que eu acordei de manhã e eu jurava que eu não estava na minha casa e que eu veria essa pessoa de noite no mesmo horário de sempre. Aí fudeu tudo um pouquinho mais né? Quando tomei realidade da coisa, eu tava na minha cama, com a porra do celular dispertando e eu tendo que levantar pra ir praquela merda de faculdade. Fudeu mais ainda!!! E a saudade que bateu? E a vontade de falar com essa pessoa? Tudo bem, eu concordo que o fato de eu estar em uma época do mês não muito boa, e estar um tanto quanto sentimental demais pro meu gosto, ajudadou em toda essa soma de sentimentos, mas não deixa de tirar a sinceridade em cada momento que eu pensava nela e me batia uma saudade infernal. O mais estranho nisso ou o mais incomum é que, digamos que eu nem conheça direito direito mesmo (enfase no conhecer profundamente) esse ser que tanto tomou meu dia hoje. Acho que eu pensei tanto, mas tanto que, por fim, eu consegui trocar algum sutis palavras, mesmo elas sendo rudes e indesejosas. Nem me importei tanto e realmente espero que eu não seja levada a mal por isso. Tentei ser o mais educada possível, mas quando eu realmente vi o que eu disse, ele pode ser entendido de diversas maneiras e eu nem percebi quando eu mandei. Puta que pariu como minha irônia fode minha vida!
Anyway, voltando ao sonho e ao significado, ou aos sonhos...Bom, só sei de uma coisa, muitas das vezes que eu acordo de manhã logo após a um desses sonhos e percebo que não foram reais eu me atrapalho toda tentando tornar aquilo o mais real que poderia ser. Pra eu realmente tornar real cada detalhe de cada um deles eu gastaria muito dinheiro. Não que não valha a pena gastar dinheiro com aquilo, mas no momento eu estou completamente incapacidata a isso! Enfim, o meu dia acaba comigo chateada pois, eu finalmente me dei conta que eu não posso levar aquilo tudo como real e que essa saudade que eu sinto vai ficar me consumando por muito tempo ainda!

 
 
Current Music: Oil and Water - Incubus
 
 
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08 October 2008 @ 09:55 pm
É engraçado que as vezes eu me pego sozinha, pensando em como seria me apaixonar de novo. E o mais foda é que eu me impressiono com esse tipo de pensamento. Não que eu não sabia o que é me apaixonar ou o quão bom ou dolorido possa ser, mas eu me impressiono pelo fato de eu sempre falar que isso é ridículo e muito emocional. Fachada total, fato. A grande questão é: tem uma grande direferença no que falamos e no que fazemos. Aí, estava eu no meu carro, sozinha, frio da porra, som alto, trânsito, e de repente, não mais que de repetente, a música fala exatamente o que eu quero ouvir: there was a difference between what you say and what you do. Isso é muito verdade. E nisso entra a coisa de eu falar que paixão é coisa de idiota (mesmo eu já tendo me apaixonado diversas vezes). É muito mentira eu dizer isso e eu sei que é, mas aí entra mais uma vez a minha negação. Talvez nesse exato momento eu já esteja me apaixonando ou já esteja apaixonada. Sim, eu digo coisas que eu não faço. Eu aumento histórias, eu sou mentirosa e falsa. Faço isso pra mim mesma e, tudo bem, para algumas outras pessoas também.
Mas afinal de contas, what's my point? Na verdade eu não sei direito. Eu só sei que as possibilidades da minha ausência de sentimentos estão ficando cada vez menores. Eu continuo não lidando muito bem com isso, eu continuo não sabendo o que fazer e eu continuo me pergunta todo dia o que eu quero da minha vida. Se eu vou continuar fazendo isso comigo mesma e se eu vou continuar fazendo esse tipo de jogo com as pessoas.
Uma coisa eu sei exatamente, o que eu quero agora, e essa coisa é continuar com a libertadade que eu tanto aprecio e que eu tanto prezo. Portanto, se for pra, pelo menos algum tempo, eu continuar a falar as coisas que eu não faço, eu vou continuar pelo meu próprio conforto!
 
 
Current Music: Bad before good - Day One
 
 
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07 October 2008 @ 07:33 pm




There are only four questions of value in life:
1- What is sacred?
2 - Of what is the spirit made?
3 - What is worth living for
4 - and what is worth dying for?

The answer to each is the same: only love.

Mente aquele que diz que o amor não responde às perguntas mais importantes das nossas vidas. Mente aquele também que diz não acreditar no amor. He kills us and then build us back...That's the biggest point!

 
 
Current Music: Kill - Jimmy Eat World
 
 
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30 September 2008 @ 10:53 pm


"Without any love and there was poison in the rain..."

Será? Será que é verdade. As vezes eu gosto de acreditar que sim porque pelo menos eu posso dizer que não amei nunca na minha vida. Ninguém. Mesmo sabendo que é a maior mentira que eu já contei. Aos outros e à mim mesma!

Saúde aos mentirosos! HAAAAAAAAAAAAAAAAAA

 
 
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23 September 2008 @ 05:50 pm
Lucas VO: The hardest part of saying goodbye is having to do it again every single day. Every day we face the same truth that life is fleeting that our time here is short and to honor the fallen we must live our own lives well.

OTH - 06/04






We have to live and let go everything. Even if it's hard enough. Even if the wound start to appear. Even if we have to wait one life for that...
 
 
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20 September 2008 @ 11:59 am
Hoje é o dia daquele compromisso maravilhoso que todo ano eu tenho que comparecer. Na verdade eu não sou "muito" obrigada à comparecer, mas faço isso por não querer desapontar outros.
Aniversário de uma pessoa que um dia foi muito importante pra mim. Pois é, um dia ele foi. Hoje em dia, não, não é mais. Eu não entendo isso. Eu não entendo quando foi que as coisas mudaram...será que foi porque eu cresci? Porque eu envelheci e deixei de ser aquela garotinha que adorava ter a completa atenção dele e que deixou isso pra trás porque descobriu que a vida não dependia só de finais de semanas maravilhosos?
Eu não sei quando foi que a importância foi deixada de lado. Na verdade eu até sei mas não é necessário que isso seja citado. Por trás de todas as brigas e falta de contato ainda deveria prevalecer o que um dia foi amor incondicional. Ele me viu crescer porra, praticamente fez meu parto, me carregou no colo e me colocou pra dormir noites seguidas. Ele é meu padrinho. Supostamente, segundo mandamentos religiosos, ele deveria ser meu segundo pai...e cadê ele pra cuidar de mim quando meus pais estão ausentes. Será que ele já parou pra pensar nisso? Creio que não, porque afinal de contas ele nem lembra mais quando é meu aniversário...será que lembra meu nome ainda? Um dia ele reconhecia a minha voz no telefone. Hoje quando eu atendo um telefonema dele (sempre querendo saber de outros), ele pergunta quem está falando.
Acho que eu já me importei um dia com isso. Agora eu já me conformei. Ele não está presente mais, deixou de estar a muito tempo. Eu não devo mais nada a ele a não ser meu respeito casual de quando, infelizmente, temos que nos encontrar. E são em dias como hoje. Ainda prefiro me manter afastada dele o máximo que eu posso pra no caso de me dar um acesso de raiva e eu começar a jogar na cara dele o quão mal ele me fez nos últimos cinco anos.

Eu gostaria de poder me importar com ele, de poder ligar pra ele perguntando o que foi que eu fiz e o porque todas as realizações dele subiram tanto à cabeça. Mas não fasso isso porque é bem capaz dele desligar o telefone na minha cara.

É, o certo é ele lá e eu cá, não tem mais jeito. As coisas nunca voltarão a ser o que um dia foram. I don't fucking care anymore...

 
 
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17 September 2008 @ 07:11 pm






Estou num estado profundo de negação. Estou negando até minha própria morte. Eu nego o que eu não quero e eu nego o que eu quero também. Eu nego que eu tenho amigos e eu nego que eu não os tenho. Eu nego que amo e nego que não amo. Eu nego o comprometimento e o não comprometimento também. Minha dor eu nego. Minhas experiências eu nego. Minhas verdades, minhas mentiraras, minha falta de personalidade e minha presença. Nego a minha vida, nedo minha não vida, minha falta de inteligência e minha inteligência. Nego tudo. Até meus pais eu nego, meu irmão e meus familiares. Nego ele, ele, ele outro, ela e você também. O principal, eu me nego. Pior ainda disso tudo é que eu nego que eu nego.

Outro dia eu perguntei a uma certa pessoa como ela estava. Ela simplesmente me respondeu: "Fora a minha bipolaridade atacando vorazmente, eu estou bem..." Será que isso é geral? Será que a raiva e a calma, a tristeza e a alegria, seguidas de momentos extremos de auto-desprezo, estão nos atingindo como um certo tipo de praga, arruinando nossas vidas como um triturador de metais dentro de um ferro velho?

A dor, profunda e intensa. Escura, persistente e quieta. A negação. O sofrimento, injusto. A mágoa. O oceano e a profundeza. O tempo a fé e o amor.
 
 
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16 September 2008 @ 05:45 pm
É engraçado quando vemos esse tipo de frase quando somos bem "novinhos" e isso faz sentido pra você mesmo você não entendendo muito bem porém, marcando sua vida por um certo tempo.
Contarei a história dessa frase na minha vida. Talvez seja uma história ridícula demais para ser contada, mas eu gosto né, e gosto é que nem cu nariz, cada um tem o seu...

Quando eu tinha lá pelos meus 11 ou 12 anos de idade, eu ia pro interior - na casa da minha vó - passar as férias (meu vô ainda era vivo bem como meu tio). Naquela época passar as férias lá não tinha o mesmo significado que tem hoje (eu não ia lá atrás de bebida, conversas adultas e sexo). Nesse tempo minha vó ainda não tinha as costas inteiras com pinos e cortes e ela ainda andava reta, e o melhor ainda, ela dirigia digamos que "bem". Eu costumava sair com ela de carro pra ir ao mercado ou pra ela me levar até a casa do meu primo que ficava um tanto quanto longe da casa dela no centro da cidade. Sempre passávamos por umas ruas pequenas (costume idiota de cidades do interior ter ruas pequenas e esburacas) e uma delas sempre me chamava atenção por causa de uma frase pixada em letras pretas e disformes em um muro num tom meio rosado puxado pro salmão. O que mais me intrigava na frase não eram nem tanto as palavras desconhecidas, mas sim o símbulo punk (sim, esse simbulo eu sabia o que significava por uma certa fase que eu estava passando na época e não, eu não era punk...) que vinha logo embaixo da frase. Estava escrito bem grande cobrindo grande parte do muro que não era pequeno "A disparidade está matando a plebe". Aquilo ficava marcado na minha cabeça por um certo tempo, mas eu acabava esquecendo dela e esquecia sempre de perguntar pra minha vó qual era o significado daquela frase. Eu achava ela estranha, talves até arrogante, mas de algum modo eu sabia que era uma certa reivindicação da parte de quem escreveu.
Certo dia passamos por aquela rua de novo e eu (creio) inconscientemente li aquela frase mais uma vez e como que por um impulso perguntei à minha vó o que significava "disparidade". Meio que desacreditada que ela pudesse saber o significado de uma palavras tão difícil (até porque eu sabia que minha vó não tinha muito estudo ou por mero preconceito talvez) fiquei chocada quando ela virou calma e simplesmente disse: "Disparidade é a mesma coisa que diferença...". Olhei pra cara dela e me peguei envergonhada pelo fato de achar que minha vó não fosse tão "inteligente" quanto demonstrou naquele exato instante.
Deixei minha vergonha um pouco de lado e me coloquei a pensar e juntar o significado ao significante. Troquei a palavra disparidade que estava na frase, por diferença. A frase começou a fazer mais sentido. "A diferença está matando a plebe". Aquilo sim fazia sentido. Eram palavras de protesto e pensando de uma forma simplista, era uma frase marcante. Eu sabia que tinha aprendido além de mais uma palavra no meu vocabulário (pouco extenso diga-se de passagem), algo a me apegar quando eu sentia que muita coisa que se passava ao meu redor não era justo. Com meus míseros 11 ou 12 anos de idade eu sabia que a "plebe" estava sendo morta por nós mesmos que nos achávamos superior a qualquer coisa.


Pensa, pensa, pensa caralho...De vez em quando faz bem!

 
 
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15 September 2008 @ 09:37 pm





Quando eu coloco uma coisa na minha cabeça é dificil de tirar dela.

Me pegar pensando se talvez as coisas que eu faço são completamente certas ou se acontecem por impulso, ou é só sacanagem da minha parte, ou até mesmo se o que eu quero é atenção. Creio que chamar muita atenção eu não quero, até porque, eu adoro afastar as pessoas que uma vez eu tive do meu lado. Acho que eu não sei lidar com pessoas...ou será que é com sentimentos mesmo que eu não sei lidar?
Pensando bem, a questão do sentimento acho que é mais certa do que o meu medo de pessoas. Eu, por exemplo, morro de medo da saudade, mas não tenho tanto medo da pessoa que me faz sentir essa saudade. Eu morro de medo de amar, mas não tenho medo da pessoa que eu amo. O ódio é um sentimento mais estranho pra mim. Lógico que odiar é um dos sentimentos mais estranhos, mas dele eu não tenho tanto medo assim. Acho que quando algum tipo de sentimento bate em mim, eu tento afastar ele o máximo que eu posso, algumas vezes conseguindo e outras não. Acabo me entregando demais, esse é o maior problema. Aí o que acontece com pessoas que se entregam demais? Acabam se fudendo, óbviu! É por isso, somente por isso, que eu gosto de sempre estar em negação com meus sentimentos, principalmente com os mais profundos pois, eles são os piores.
Puta que pariu, qual é o sentido de amar? Pra que precisamos disso? Eu juro que não entendo. Eu me pergunto isso mas eu não sei a responsta e eu sou a pessoa que mais amo nesse mundo, mesmo tendo um imenso medo do que esse sentimento me proporciona.

Enfim, creio que meu verdadeiro diagnóstico é loucura avançada com um grau de esquizofrênismo...

Beijomeliga

 
 
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14 September 2008 @ 03:06 pm
É a primeira vez que eu vou tentar postar nesse negócio aqui. Ainda tô descobrindo pra isso serve direito e principalmente, como faz pra usar essa coisa complicada. Pra que inventam um monte de coisas que no final você acaba achando complicado demais e larga de qualquer jeito até que um certo dia eles resolvem excluir sua conta? Me pergunto: Why?

No meu caso, eu (ou talvez outra pessoa muito próxima) fiz isso sem motivos e sem imaginação. Pensei comigo mesma: Why not? Afinal de contas, experiências são extremamente necessárias nas nossas vidas. Não que isso vá mudar muita coisa na minha vida né? Mas sei lá, tentar não mata. Ou será que mata? Anyway, farei o que eu quiser com o que eu quiser. Ou não né...Até porque tenho sempre que me lembrar que eu sou loira e loiras não costumam entender muito bem das coisas.

Tirando o fato da minha burrice (ou loirisse, porque eu não sou burra 100% do meu tempo do mesmo modo que eu sou loira...), farei de todo o possível pra não esquecer minha senha e meu login, não que esse meu comprometimento tenha algo a ver com o fato de eu realmente não saber brincar disso aqui, ou, até mesmo, que meu comprometimento tenha alguma coisa com você, mero leitor (se é que existe alguém que leia esse tipo de coisa...).

Sei lá, sei lá, sei lá.

Até daqui pra frente ou em breve, ou não...

 
 
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07 September 2008 @ 08:52 pm
TESTE UHUUUL
 
 
 
 

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